Agonizei meu pai, pedi um tempo, um basta. Expliquei palavra por palavra, como as coisas acontecem dentro de mim. Bem devagar, fazendo cafuné, fui tentando que o meu jeito doce penetrasse em sua alma prática. Meu pai não é insensível. Costumo dizer que ele não tem tato ou talvez até falta de experiência. Pedi-lhe um tempo, foi necessário. Aliás esta sendo necessário. Tenho estado mais em mim. Mas claro, eu sofro. Maldito coração taurino, que ama profundo, que ama devagarzinho... calminho...para não assustar.
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